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Este é um ambiente dedicado ao estudo da consciência em seus mais variados estágios de evolução e, principalmente, no estágio em que adquirimos a possibilidade de nos manifestar na forma humana. Por isso, decidimos dedicar nossa atual reencarnação para aprofundarmos o nosso autoconhecimento e ajudarmos outros irmãos que também necessitam de esclarecimento, e assim nos tornarmos cada vez mais conscientes de nós mesmos, de nossa bagagem evolutiva, adquirindo mais conhecimentos e experiências através dos quais possamos construir as “sinapses” capazes de nos “revelar” novas realidades, ou melhor, de nos revelar a verdadeira realidade, abandonando as ilusões a que estamos fixados por tanto tempo.

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, II - Autoridade da Doutrina Espírita, Controle Universal do Ensino dos Espíritos

O EVANGELHO SEGUNDO DO ESPIRITISMO

INTRODUÇÃO

II - AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA

Controle Universal do Ensino dos Espíritos

Se a doutrina espírita fosse uma concepção puramente humana não teria como garantia senão as luzes daquele que a tivesse recebido. Ora, ninguém neste mundo poderia ter a pretensão de possuir, sozinho, a verdade absoluta. Se os Espíritos que a revelaram se houvessem manifestado a apenas um homem, nada lhe garantiria a origem, pois seria necessário crer sob palavra no que dissesse haver recebido os seus ensinos. Admitindo-se absoluta sinceridade de sua parte, poderia no máximo convencer as pessoas do seu meio, poderia fazer sectários, mas não chegaria nunca a reunir a todos.

Deus quis que a nova revelação chegasse aos homens por meio mais rápido e mais autêntico. Eis porque encarregou os Espíritos de a levarem de um pólo ao outro, manifestando-se por toda parte, sem dar a ninguém o privilégio exclusivo de ouvir a sua palavra. Um homem pode ser enganado e pode enganar-se a si mesmo, mas não aconteceria assim, quando milhões veem e ouvem a mesma coisa: isto é uma garantia para cada um e para todos. Demais, pode fazer-se desaparecer um homem, mas não se faz desaparecerem as massas; podem-se queimar livros, mas não se podem queimar Espíritos. Ora, queimem-se todos os livros, e a fonte da doutrina não será menos inesgotável, porque não se encontra na terra, surge de toda parte e cada um pode captá-la. Se faltarem homens para a propagar, haverá sempre os Espíritos, que atingem a todos e que ninguém pode atingir.

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, I - Objetivo Desta Obra

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

INTRODUÇÃO

I - OBJETIVO DESTA OBRA

Podemos dividir as matérias contidas nos Evangelhos em cinco partes: 1) Os atos comuns da vida do Cristo: 2) Os milagres: 3) As profecias: 4) As palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja: 5) O ensino moral. Se as quatro primeiras parte têm sido objeto de discussões, a ultima permanece inatacável. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É o terreno em que todos os cultos podem encontrar-se, a bandeira sob a qual todos podem abrigar-se, por mais diferentes que sejam as suas crenças. Porque nunca foi objeto de disputas religiosas, sempre e por toda a parte provocadas pelos dogmas. Se o discutissem, as seitas teriam, aliás, encontrado nele a sua própria condenação, porque a maioria delas se apegaram mais a parte mística do que à parte moral, que exige a reforma de cada um. Para os homens, em particular é uma regra de conduta que abrange todas as circunstâncias da vida privada e publica, o principio de todas as relações sociais fundadas na mais rigorosa justiça. É, por fim, e acima de tudo. o caminho infalível da felicidade a conquistar, uma ponta do véu erguida sobre a vida futura. É essa parte que constitui o objeto exclusivo desta obra.

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