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Este é um ambiente dedicado ao estudo da consciência em seus mais variados estágios de evolução e, principalmente, no estágio em que adquirimos a possibilidade de nos manifestar na forma humana. Por isso, decidimos dedicar nossa atual reencarnação para aprofundarmos o nosso autoconhecimento e ajudarmos outros irmãos que também necessitam de esclarecimento, e assim nos tornarmos cada vez mais conscientes de nós mesmos, de nossa bagagem evolutiva, adquirindo mais conhecimentos e experiências através dos quais possamos construir as “sinapses” capazes de nos “revelar” novas realidades, ou melhor, de nos revelar a verdadeira realidade, abandonando as ilusões a que estamos fixados por tanto tempo.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Introdução ao Estudo do Espiritismo - O Contexto Histórico do Século XIX na Europa

ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE

PROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I

MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO

1 - O CONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPA

O século XIX desenrolava uma torrente de claridades na face do mundo, encaminhando todos os países para reformas úteis e preciosas [...]. Emmanuel: A caminho da luz. Cap. 23.

Esse século, por direito, pode ser chamado o século das revoluções, porque nenhum – até agora – foi tão fértil em levantes, insurreições, guerras civis, ora vitoriosas, ora esmagadas. Essas revoluções têm como ponto comum o fato de serem quase todas dirigidas contra a ordem estabelecida [...], quase todas feitas em favor da liberdade, da democracia política ou social, da independência ou unidade nacionais. René Rémond: O século 19 – Introdução.

No século XIX as [...] lições sagradas do Espiritismo iam ser ouvidas pela Humanidade sofredora. Jesus, na sua magnanimidade, repartiria o pão sagrado da esperança e da crença com todos os corações. Emmanuel: A caminho da luz. Cap. 23.

O século XIX representou uma dessas épocas em que fomos especialmente abençoados pela bondade superior, a despeito de todas as dificuldades assinaladas nesse período. Além das enormes contribuições culturais recebidas, fomos imensamente distinguidos pelo advento do Espiritismo, materializado no mundo físico pelo trabalho inestimável do professor francês Hippolyte Léon Denizard Rivail que, ao codificar a Doutrina Espírita, adotou o pseudônimo de Allan Kardec.

O Céu e o Inferno, Primeira Parte, Capítulo IV - O Inferno

O CÉU E O INFERNO

PRIMEIRA PARTE

CAPÍTULO IV - O INFERNO

INTUIÇÃO DAS PENAS FUTURAS - O INFERNO CRISTÃO COPIADO DO INFERNO PAGÃO - OS LIMBOS - QUADRO DO INFERNO PAGÃO - QUADRO DO INFERNO CRISTÃO

INTUIÇÃO DAS PENAS FUTURAS

1 — Em todos os tempos o homem acreditou, por intuição, que a vida futura devia ser feliz ou infeliz segundo o bem ou o mal que se tivesse feito neste mundo. Mas a ideia que ele fez a respeito estava em relação com o desenvolvimento do seu senso moral e com as noções mais ou menos justas que possuía do bem e do mal. As penas e as recompensas são reflexos dos instintos que nele predominavam.

Foi assim que os povos guerreiros colocaram as suas supremas felicidades nas honrarias tributadas à bravura; os povos caçadores na abundância da caça; os povos sensuais nos prazeres da voluptuosidade. Enquanto dominado pela matéria o homem só pode compreender imperfeitamente a espiritualidade. Foi por isso que ele fez das penas e dos gozos futuros um quadro mais material do que espiritual. Imaginou que se deve beber e comer no outro mundo, mas de maneira melhor do que na Terra e servindo-se de coisas melhores.

Mais tarde vamos encontrar nas crenças sobre o futuro uma mistura de espiritualidade e materialidade. É assim que ao lado da bem-aventurança contemplativa ele coloca um inferno de torturas físicas.

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