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Este é um ambiente dedicado ao estudo da consciência em seus mais variados estágios de evolução e, principalmente, no estágio em que adquirimos a possibilidade de nos manifestar na forma humana. Por isso, decidimos dedicar nossa atual reencarnação para aprofundarmos o nosso autoconhecimento e ajudarmos outros irmãos que também necessitam de esclarecimento, e assim nos tornarmos cada vez mais conscientes de nós mesmos, de nossa bagagem evolutiva, adquirindo mais conhecimentos e experiências através dos quais possamos construir as “sinapses” capazes de nos “revelar” novas realidades, ou melhor, de nos revelar a verdadeira realidade, abandonando as ilusões a que estamos fixados por tanto tempo.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Reinventando a Sua Realidade, Joe Dispenza

REINVENTANDO A SUA REALIDADE

por Dr. Joe Dispenza

Quando eu acordo de manhã, todos os dias, eu sempre me faço a mesma pergunta: qual é o ideal de mim mesmo que eu posso ser hoje? Existe suficiente suporte científico para o conceito de que quando nós começamos a ficarmos conscientes dos nossos pensamentos subconscientes, nós começamos a perceber pelos nossos hábitos e comportamentos inconscientes; nós começamos a prestar atenção nas nossas emoções.

O fato de estarmos observando esses aspectos no nosso antigo eu significa que já não somos mais essa pessoa. Agora nós somos a consciência observando essa pessoa.

Meu processo é me tornar consciente da pessoa que eu quero deixar de ser. Se 95% de quem somos quando chegamos aos 35 anos de idade é um conjunto de comportamentos, atitudes, crenças, percepções e reações emocionais que funcionam como um programa subconsciente de computador, então, é absolutamente possível que estejamos inconscientes na maior parte do nosso dia. A parte mais difícil sobre a mudança é não fazer as mesmas escolhas que fizemos no dia anterior.

O modelo biológico de mudança requer um processo de desaprender e reaprender; requer, quebrar o hábito do antigo eu e reinventar o novo, o que em neurociência significa podar antigas conexões neurológicas e estimular o crescimento de novas conexões.

Esquecer emoções que estão estocadas em seu corpo e recondicioná-lo a uma nova mente e novas emoções, ou seja, extrair a energia do passado e colocá-la no futuro. Desprogramar e reprogramar. Quebrar os hábitos do antigo eu é realmente o modelo ideal.

Quando nos sentarmos todas as manhãs para a nossa meditação, a primeira coisa que devemos fazer é nos tornar conscientes do nosso eu inconsciente, pois é muito provável que estejamos julgando outras pessoas. Não sabemos que estamos fazendo isso, já que isso é um programa subconsciente.

É perfeitamente possível que estejamos vivendo em estado de culpa todos os dias, porque esse sentimento se tornou muito comum e familiar para nós. Assim que começamos a nos tornar conscientes daqueles estados inconscientes, nós estamos acessando o sistema operacional no subconsciente. Quanto mais conscientes estivermos sobre os nossos processos inconscientes, mais controle teremos sobre eles no decorrer do nosso dia. Muitas pessoas iniciam esse processo com a melhor das intensões, em si manterem positivos, mas talvez elas tenham se mantido pensando, agindo ou sentindo negativamente nos últimos 25 anos.

Dando continuidade ao processo, devemos tirar um tempinho para visualizar a pessoa que não queremos ser; em seguida, deveremos estar certos sobre a pessoa que queremos ser antes de abrirmos nossos olhos; quais os pensamentos que queremos ter; que comportamentos nós queremos demonstrar.

E se nós começarmos a contemplar, e mentalmente planejar, e ensaiar nossos comportamentos; se fizermos isso da maneira adequada, estudos em ensaios mentais mostram que nós começamos a instalar uma nova série de circuitos neurais no nosso cérebro, e então, nosso cérebro interpreta os fatos como se eles estivessem de fato acontecendo, ou melhor, ainda, o cérebro está preparado para que nós façamos com que nossos comportamentos estejam alinhados com as nossas intenções no decorrer do nosso dia.

O produto final de uma experiência é a emoção. Então, se nós começarmos a antecipar o sentimento de como seria se já fôssemos o maior ideal de nós mesmo que poderíamos ser hoje, nós começaríamos a dar ao nosso corpo, emocionalmente, aquele gostinho da emoção que ele experimentaria no futuro.

E pesquisas provam que o processo de ensaio mental altera tanto o cérebro quanto o corpo. Assim, se nós tivermos os nossos cérebros preparados para pensar diferente, e nossos corpos preparados para sentir diferente, como pensamos e como sentimos, cria um estado de ser, e o campo quântico responde ao que somos.

Então, o nosso trabalho é, quando nos levantarmos da nossa seção de meditação, nós deveremos nos sentir diferentes de quando nos sentamos, mas isso não é o suficiente. Nós deveremos ser capazes de manter esse estado mental e físico modificados durante todo o nosso dia, e se fizermos isso da maneira correta, se formos maiores do que as condições do nosso ambiente, se formos maiores que as nossas emoções memorizadas, e se formos capazes de manter esse novo estado de ser por um certo período de tempo, estejamos preparados, porque alguma coisa incomum irá acontecer em nossas vidas. Essa é a Lei.

E esse acontecimento incomum, sempre virá da maneira mais inesperada possível, porque se fosse algo esperado, não seria incomum. Esse acontecimento tem que chacoalhar o nosso mundo, tem que nos tirar momentaneamente do prumo, e quando nós começarmos a ver os resultados dessa nossa mudança interna produzindo resultados no nosso mundo externo, nós iremos prestar atenção naquilo que fizemos para que isso se manifestasse e então iremos fazer isso novamente. Esse é o nosso trabalho.

Então, pode estar certo de que, quando você se conectar com a consciência divina, com o todo, com o campo quântico e experimentar os resultados dos seus esforços, e segurar nas mãos os bens físicos com os quais sonhou, e sentir no coração as mais elevadas emoções, você só será capaz de dizer uma frase: muito obrigado.

sábado, 24 de junho de 2017

Psicossíntese

A Psicossíntese é uma abordagem psicológica de carácter espiritual proposta em 1910 pelo neurologista e psiquiatra italiano Roberto Assagioli, pioneiro nos campos de psicologia humanística e transpessoal. Ele a via não apenas como psicoterapia, mas também como ciência, filosofia e prática de vida. Aos poucos e espontaneamente, com o interesse crescente no assunto, a Psicossíntese desenvolveu-se e tornou-se uma escola de Psicologia, com centros de estudos e fomento à pesquisa sendo abertos em todo o mundo. Pouco mais de 100 anos depois do plantio da semente, a Psicossíntese se encontra em franca expansão e evolução, já produzindo bons frutos.

Contemporâneo de Freud e Jung, Assagioli foi o primeiro psicanalista da Itália. Tão logo começou a praticar, no entanto, sentiu a limitação do método ao qual se dedicou em seu doutorado. Segundo ele, a Psicanálise lidava unicamente com uma parte do ser humano, “o porão”, ou seja, o subsconsciente. Inspirado pela ideia da mente reprimida de Freud e pelas teorias de Jung acerca do subconsciente coletivo, Assagioli propôs a integração progressiva da personalidade em torno do seu próprio Self, através do uso da vontade, e a contemplação do potencial humano, do superconsciente: o céu estrelado que invariavelmente se encontra acima da casa.

Na palestra Psychosomatic Medicine and Bio-psychosynthesis (Medicina Psicossomática e Bio-psicossíntese), Roberto Assagioli explica que os objetivos principais da abordagem por ele criada são a eliminação dos conflitos e obstáculos, conscientes ou subconscientes, que bloqueiam o desenvolvimento completo e harmonioso da personalidade humana; e o uso de técnicas ativas para estimular as funções psíquicas ainda débeis e imaturas. Na ocasião, ele também enfatizou a necessidade de incluir o corpo no processo terapêutico, ou seja, de reconhecer e fazer uso dos laços estreitos que unem o corpo e a mente, bem como das ações e reações recíprocas entre eles.

A Psicossíntese busca, assim, promover o auto-conhecimento, a harmonização e a realização do indivíduo, incentivando a manifestação de quem somos no mais profundo, íntimo, e abrangente – no sagrado de nossa existência. Um dos focos da Psicossíntese está no reconhecimento daquilo que é básico na natureza transpessoal ou espiritual de cada ser humano. Nesse contexto, contudo, os termos “espiritual” e “espiritualidade” não são usados no sentido religioso que normalmente evocam, mas de uma forma geral, onde cada pessoa tem a liberdade para interpretá-los e significá-los da maneira como melhor entender.

Quanto ainda à dimensão espiritual da terapia, em seu primeiro livro Psicossintese – Manual de Princípios e Técnicas, Assagioli esclarece que “A Psicossíntese não procura, de forma alguma, senhorear-se dos campos da religião e da filosofia. É uma concepção científica e, como tal, neutra em relação às várias formas religiosas e às várias doutrinas filosóficas, excetuando-se apenas aquelas que são materialistas e negam, portanto, a existência de realidades espirituais. A Psicossíntese não almeja nem tenta dar uma explicação metafísica ou teológica do grande mistério – leva até a porta mas para aí”.

Trata-se, portanto, de uma abordagem holística, que cuida da pessoa em sua totalidade: corpo, mente e o espírito. Além de em terapias pessoais ou de grupo, a Psicossíntese, que pode ser aplicada nos contextos individual, social e universal, pode ser adotada também na educação, nas relações interpessoais, nos negócios, em empresas, nas artes e até em nossas relações com o meio ambiente. Em tudo. Nas palavras de seu fundador, Roberto Assagili, a “Psicossíntese não é mais uma teoria criada, mas um processo natural de desenvolvimento humano. É o princípio da síntese que há no Universo aplicado à psicologia.”

Fontes:

Psicossíntese na Wikipedia [en] e [pt]
Roberto Assagioli na Wikipedia [en] e [pt]

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