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Este é um ambiente dedicado ao estudo da consciência em seus mais variados estágios de evolução e, principalmente, no estágio em que adquirimos a possibilidade de nos manifestar na forma humana. Por isso, decidimos dedicar nossa atual reencarnação para aprofundarmos o nosso autoconhecimento e ajudarmos outros irmãos que também necessitam de esclarecimento, e assim nos tornarmos cada vez mais conscientes de nós mesmos, de nossa bagagem evolutiva, adquirindo mais conhecimentos e experiências através dos quais possamos construir as “sinapses” capazes de nos “revelar” novas realidades, ou melhor, de nos revelar a verdadeira realidade, abandonando as ilusões a que estamos fixados por tanto tempo.

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domingo, 19 de agosto de 2018

Horizontes da Vida, João Nunes Maia, Miramez (Espírito), Capítulo 10 - O Pensamento Criador

HORIZONTES DA VIDA

CAPÍTULO 10 – O PENSAMENTO CRIADOR

O Espírito pode e deve libertar-se de tudo que o circunda, no entanto, o criador, ele é e será sempre dependente para a eternidade. Tudo que se move na criação, tem como impulso o pensamento criador, tudo nasce dos impulsos mentais de Deus, se assim podemos falar.

Os seres humanos, já percebem na formação dos seus pensamentos  “o pensamento de Deus”. Ele, de certa forma, faz parte das nossas ideias, porém, existem intervalos na faixa do pensamento em que o Senhor faculta aos nossos sentimentos espirituais a liberdade da expressão.

Estamos, como já falamos no século do mentalismo, e quantas pessoas nas suas interrogações  questionam de onde vem os nossos próprios pensamentos. É um bom questionamento, porquanto essas almas já confiam que não são apenas elas que geram os pensamentos e se encontram procurando a fonte verdadeira das suas próprias ideias.

Como é sublime esta ciência, que é a ciência da vida. É uma filosofia de vida da qual pode nascer a nossa felicidade, que começa na pureza dos nossos sentimentos. Segue-se daí, que a nossa paz depende de nós, porque Deus já fez a sua parte em nosso favor e, se buscarmos mais profundamente notaremos que os nossos desacertos servem para o nosso aprendizado. A vida é sempre uma escola, e a natureza, nossa professora que nunca erra, por ser ela firmada pela mente do criador.

A mente da criatura comanda todos os corpos que lhe atendem as necessidades. O Espírito precisa de muitos corpos intermediários, cujas funções são múltiplas, no engenho da vida. Entrementes, a força mental é que da a eles vida e movimento, ordens e comando, para que sirvam de instrumentos fieis a sua orientação. Quando a mente fraqueja, eles são acionados por forças estranhas, às vezes por inimigos espirituais, que passam a dar ordens para ele, e com o tempo, desacostumam-se com as diretrizes do seu dono. Muitas possessões podem se encaixar nessa verdade.

Não te esqueças dessas verdades e começa a comandar os teus corpos. Esse exercício pode ser feito todos os dias, até completo domínio, para que o escravo não mande no seu Senhor. Dá ordens aos teus órgãos igualmente, que eles te obedecerão. E, se nas primeiras vezes não der resultados, continua, que com o perpassar do tempo, tudo entrará na harmonia, porque teus corpos, sejam eles quantos forem, são teus cativos. Assim, como não podes libertar-te do pensamento Criador, eles, teus corpos espirituais, não podem se libertar de ti, que diante deles, é o criador.

A tua felicidade depende do teu modo de vida. Existem já muitas criaturas na terra conhecedoras dessa verdade. Sê mais um, engrossando as fileiras dos libertados, no sentido de que em breve o mundo será um paraíso, onde o amor será o alimento das almas, e a fraternidade a água de luz para saciar a sede de todos os seus ocupantes.

Se desejas melhorar a tua vida, escuta o que falamos, porque o fazemos por amor a todos que carregam no mundo um corpo físico. Não estranhamos o que estás passando, pois são consequências por vezes do passado distante ou resultante de processos de despertamento espiritual. Os que já passaram por esses caminhos, sabem o quanto vale a tolerância.

Na profundidade do conhecimento sobre Deus, sabemos que ele não pensa, ele não fala, ele não escreve, ele não raciocina, porque Ele é. Tudo o que falarmos sobre essa personalidade incomparável, o estaremos diminuindo. Falamos do “pensamento criador”, por não termos outro vocabulário que expresse a grandeza daquele que tudo fez por processos desconhecidos aos homens, mesmo os de ciência, que se confundem ante a sabedoria do grande soberano.

Cuidemos, pois, das nossas criações, porque as de Deus nunca falham. A tua felicidade depende do teu modo de vida.

MAIA, J. N.; MIRAMEZ (Espírito). O Pensamento Criador. In: Horizontes da Vida, cap.10.

Filosofia Espírita, João Nunes Maia, Miramez (Espírito), Capítulo 13 - As Qualidades de Deus

FILOSOFIA ESPÍRITA - VOLUME I

CAPÍTULO 13 – AS QUALIDADE DE DEUS

As qualidades de Deus são marcadas pelas nossas comparações pálidas, por não haverem outras em que possamos nos apoiar. Sujeitamos o Senhor às nossas fracas deduções em confronto com os nossos dons, colocando o nosso Pai Celestial dotado das nossas faculdades altamente aprimoradas. Que Ele nos perdoe as comparações.

Quando falamos que Deus é a Suprema Inteligência, é porque não encontramos recursos na linguagem para destacá-LO de outra forma. Inteligência e razão ainda são posses do Espírito comum; o Criador está acima de todas as colocações humanas, e mesmo espirituais, do nosso plano. Quando falamos que Deus é Amor, certamente estamos diminuindo o Grande Foco de Luz que nos sustenta a todos. O amor é um dos seus atributos; Ele é muito mais que o amor. Ele é, pois, o Incomparável.

A ansiedade dos homens em conhecer Deus, seus atributos, sua intimidade, é impulso dos primeiros passos da criatura na escala evolutiva, e isso vai se arrefecendo de acordo com a sequência do despertar espiritual; não que os Espíritos percam a vontade de conhecê-lo, pelo contrário: o que perdem é o interesse de passar dos limites das suas forças. Não desejando contrariar as leis, cumprem os seus deveres e esperam a sábia vontade dAquele que tudo conhece pela onisciência dos seus valores.

A magnitude de Deus ofusca todas as luzes e a sua bondade inspira todas as bondades do universo; o seu amor alimenta todo o amor da criação e o seu trabalho é o exemplo que deveremos operar constantemente. É muito bom falar de Deus, pensar em Deus e, se for o caso, escrever sobre Deus, porque é neste ambiente que passamos a conhecê-lo melhor e respeitá-lo condignamente. Enquanto assim agimos, estamos condicionando ideias elevadas acerca da sua inconfundível personalidade. Este exercício é de alto valor para a nossa integração com a Divindade, pois se processa uma operação de seleção de valores nas nossas intimidades, como no íntimo de quem, porventura, nos ouvir ou ler. É tempo que o próprio tempo aperfeiçoará nas bênçãos do Comandante Maior.

Uma coisa falamos com muita alegria: que as sementes dos atributos do Criador se encontram plantadas nas nossas consciências, na profundidade do nosso ser e, se assim podemos dizer, a força do progresso se encarregará de despertá-las para a luz e fazê-las crescerem para a fonte de onde vieram.

Ninguém foge desses caminhos delineados pela Grande Vida. A área da nossa liberdade é muito pequena para sabermos o de que verdadeiramente precisamos; tudo obedece à vontade dAquele que nos criou, tudo vem dEle e vai para o seu seio fecundo e celestial.

Quem deseja analisar a capacidade de Deus, que observe a sua criação, a harmonia e a mecânica do Universo. Tudo é luz na sua feição divina, mesmo o que pensamos ser treva, por nos faltarem dons desenvolvidos na busca da intimidade das coisas.

Oh! Homens que caminhais conosco, se quereis viver felizes, deixai despertar as luzes que existem em vossos corações, na conjuntura das vossas forças, agradecendo à Divindade e tomando as mãos do Cristo, que Ele vos libertará!

Sejamos fortes na educação de nós mesmos todos os dias, porque é na persistência do trabalho e no esforço do dever, que beijamos as flores da sabedoria como se fossem a face do Criador, nos dignando para um novo amanhecer.

MAIA, J. N.; MIRAMEZ (Espírito). Filosofia Espírita. V. I, cap. 13

Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver, Francisco Espírito Santo Neto, Hammed (Espírito), Capítulo 22 - A Rede da Vida

UM MODO DE ENTENDER – UMA NOVA FORMA DE VIVER

CAPÍTULO 22 - A REDE DA VIDA

Pois nele aprouve Deus fazer habitar toda a plenitude e reconciliar por ele e para ele todos os seres, os da terra e os dos céus. (Colossenses 1:19 e 20)

Um relógio de corda constitui um sistema integrado por um conjunto de peças. A remoção de qualquer uma dessas peças pode ocasionar desequilíbrio ou paralisação.

Assim, também, nós fazemos parte de um sistema integrado – nós, os outros e o universo, ou seja, as criaturas e as criações representam parcelas de um  todo.

Tudo está integrado em tudo: as águas necessitam das plantas e vice-versa; os animais, das florestas; e a criatura humana se agrega a esse elo ecológico, não de forma essencial, mas como fração integradora.

Quando morrem rios e lagos, também morremos um pouco. Quando se destrói uma floresta, se destrói igualmente uma parte de nós.

Ao estudarmos ecologia, verificamos que os ecossistemas – sistemas de abrangem os seres vivos e os ambientes, com suas propriedades químico-físicas e suas trocas incessantes – nos falam da interdependência em que vivemos (tudo o que existe está ligado entre si por recíproca dependência).

Por analogia, podemos dizer que, espiritualmente, todos nós estamos unidos em uma “rede divina”, ou plano celeste, cujas finalidades transcendem momentaneamente a compreensão humana.

Somos como um relógio de cordas, integramos essa maravilhosa engrenagem, somos “peças importantes” no mecanismo da Vida Excelsa; interdependentes, promovemos nosso crescimento por meio do auxílio mútuo para, juntos, chegarmos à unidade absoluta de Deus.

“Tudo em a Natureza se encadeia por elos que ainda não podeis apreender. Assim, as coisas aparentemente mais díspares têm pontos de contato que o homem, no seu estado atual, nunca chegará a compreender.” (LE 604)

Pois nele aprouve Deus fazer habitar toda a plenitude e reconciliar por ele e para ele todos os seres, os da terra e os dos céus.

Reside em Cristo a missão de reconciliar, de religar, de unir o que está separado, porquanto nele habita a “Plenitude”, quer dizer, estado ou característica daquele que reconhece a totalidade da vida dentro e fora de si, com toda a sua validade, equilíbrio e proporção harmoniosa.

Na romagem do tempo, percorremos a rota multimilenária do processo evolutivo do ser; somos todos irmãos, desde as criações dos reinos mineral, vegetal e animal até as almas iluminadas que povoam os planos sublimes.

Do átomo ao anjo, somos elos de uma extraordinária cadeia, cuja causa e efeito é Deus – o Poder Glorioso do Universo. Por força da lei superior, todas as consciências transitam em fluxo incessante pelos dois universos (o físico e o espiritual), conectadas entre si e com a Consciência Cósmica.

ESPÍRITO SANTO NETO, F.; HAMMED (Espírito). A Rede da Vida. In: Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver. Cap. 22