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Este é um ambiente dedicado ao estudo da consciência em seus mais variados estágios de evolução e, principalmente, no estágio em que adquirimos a possibilidade de nos manifestar na forma humana. Por isso, decidimos dedicar nossa atual reencarnação para aprofundarmos o nosso autoconhecimento e ajudarmos outros irmãos que também necessitam de esclarecimento, e assim nos tornarmos cada vez mais conscientes de nós mesmos, de nossa bagagem evolutiva, adquirindo mais conhecimentos e experiências através dos quais possamos construir as “sinapses” capazes de nos “revelar” novas realidades, ou melhor, de nos revelar a verdadeira realidade, abandonando as ilusões a que estamos fixados por tanto tempo.
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terça-feira, 11 de outubro de 2016

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo III - Há Muitas Moradas na Casa de Meu Pai

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

CAPÍTULO III - HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI

DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE - DIVERSAS CATEGORIAS DE MUNDOS HABITADOS - DESTINO DA TERRA E CAUSA DAS MISÉRIAS HUMANAS - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS: MUNDOS SUPERIORES E INFERIORES - MUNDOS DE EXPIAÇÕES E DE PROVAS - MUNDO REGENERADORES - PROGRESSÃO DOS MUNDOS

1. Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. - Há muitas moradas na casa de meu pai. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito; pois vou preparar-vos o lugar. E depois que eu me for, e vos aparelhar o lugar, virei outra vez e tomar-vos-ei para mim, para que lá onde estiver, estejais vós também. (JOÃO, XIV: 1/3).

DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE

2. A Casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, oferecendo aos Espíritos desencarnados estações apropriadas ao seu adiantamento.

Independentemente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser interpretadas pelo estado feliz ou infeliz dos Espíritos na erraticidade. Conforme for ele mais ou menos puro e liberto das atrações materiais, o meio em que estiver, o aspecto das coisas, as sensações que experimentar, as percepções que possuir, tudo isso varia ao infinito. Enquanto uns, por exemplo, não podem afastar-se do meio em que vieram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos. Enquanto certos Espíritos culpados erram nas trevas, os felizes gozam de uma luz resplandecente e do sublime espetáculo do infinito. Enquanto, enfim, o malvado, cheio de remorsos e pesares, frequentemente só, sem consolações, separado dos objetos da sua afeição, geme sob a opressão dos sofrimentos morais, o justo, junto aos que ama, goza de uma indizível felicidade. Essas também são, portanto, diferentes moradas, embora não localizadas nem circunscritas.

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo II - Meu Reino Não é Deste Mundo

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

CAPÍTULO II - MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO

A VIDA FUTURA - A REALIZA DE JESUS - O PONTO DE VISTA - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS: UMA REALEZA TERRENA

1. "Tornou pois a entrar Pilatos no pretório, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: O meu reino não é deste mundo: se o meu reino fosse deste mundo, certo que os meus ministros haviam de pelejar para que eu não fosse entregue aos judeus; mas por agora o meu reino não é daqui. Disse-lhe então Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu o dizes, que eu sou rei. Eu não nasci nem vim a este mundo senão para dar testemunho da verdade; todo aquele que é da verdade ouve a minha voz". (JOÃO, cap. XVIII, 33-37).

A VIDA FUTURA

2. Por estas palavras, Jesus se refere claramente à vida futura, que ele apresenta, em todas as circunstâncias, como o fim a que se destina a humanidade, e como devendo ser o objeto das principais preocupações do homem sobre a terra. Todas as suas máximas se referem a esse grande princípio. Sem a vida futura, com efeito, a maior parte dos seus preceitos de moral não teriam nenhuma razão de ser. É por isso que os que não creem na vida futura, pensando que ele apenas falava da vida presente, não os compreendem ou os acham pueris.