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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Jesus e Vida, Joanna de Ângelis, Capítulo 14 - Interação Mente-Corpo

JESUS E VIDA

CAPÍTULO 14 - INTERAÇÃO MENTE-CORPO

Sem qualquer contestação, a interação mente-corpo faz parte automática do processo saúde-doença no ser humano.

De acordo com os procedimentos mentais, são inevitáveis os reflexos orgânicos, mesmo do ponto de vista fisiológico, considerando-se a delicada estrutura de que se constituem os órgãos, especialmente na sua gênese energética.

O estresse, a ansiedade, os medos, a solidão, que se apresentam como alguns dos fatores propiciadores do transtorno bipolar do comportamento, assim como alguns fisiológicos na esquizofrenia, qual a abundância da dopamina, demonstram um interrelacionamento entre os estados mentais e os consequentes de natureza orgânica.

As pessoas extrovertidas, autoconfiantes, sensatas, apresentam menor índice de enfermidades do que aquelas introvertidas, desconfiadas, instáveis emocionalmente. Nas primeiras, a produção de imunoglobulina auxilia a estabilidade do aparelho imunológico, enquanto que as outras, produzindo a mesma substância em menor escala, ficam mais susceptíveis às infecções, particularmente as de natureza respiratória...

Desse modo, aqueles indivíduos que cultivam as boas ideias, que se esforçam por condutas equilibradas sem coarctações perturbadoras nem castrações afligentes, que amam e exercitam a paciência, a solidariedade e a compaixão, gozam de mais saúde e bem-estar do que os egoístas, os pessimistas, os irresolutos...

Sendo a mente uma emanação do espírito, dele procedem os impositivos necessários à evolução, tendo em vista a anterioridade das experiências vivenciadas em existências passadas.

Programador dos acontecimentos que envolvem o ministério da vida física, o espírito é submetido aos impositivos que lhe ampliam a capacidade de crescimento, ainda adormecida no cerne de si mesmo, movimentando as energias indispensáveis à consecução do programa que lhe diz respeito.

Por consequência, emite pensamentos que se transformam em força contínua, cuja qualidade pode contribuir para o equilíbrio ou para o desajustamento das peças de que se utiliza durante a reencarnação.

Aqueles de natureza perturbadora, frutos de culpas e de conflitos acumulados, de ansiedades e invejas, de atribulação e competitividade perniciosa, interferem no campo vibratório das células, desarticulando-lhes a harmonia. Enquanto que, os que expressam esperança e ternura, resignação e coragem, confiança e renovação interior, estimulam os mesmos núcleos, produzindo harmonia e ampliando as resistências em relação às invasões microbianas, às agressões mentais externas e às influenciações espirituais enfermiças.

Nesse sentido, expressam-se como de alta valia os contributos da oração, da meditação, da generosidade, do cultivo dos bons e relevantes pensamentos, que estimulam a harmonia em detrimento dos destrambelhos de toda ordem.

Inegavelmente, cada um é, portanto, aquilo que elabora mentalmente, a que se fixa, que exterioriza do imo.

Os masoquistas estão sempre enfermos, do mesmo modo que os autoflageladores e néscios morais.

*

Modernas pesquisas médicas em várias especialidades confirmam os resultados de tais comportamentos, quando constatam os excelentes resultados nos prontuários de pacientes que oram e que são beneficiados pelas preces que lhes são dirigidas, que cultivam a confiança em Deus e no seu médico, que cooperam com as terapias a que são submetidos, que não reclamam da enfermidade, considerando-a como fenômeno natural do organismo.

De igual maneira, os recalcitrantes e revoltados, destituídos de fé religiosa e sempre desconfiados de tudo e de todos, nada obstante os cuidadosos tratamentos a que são submetidos, têm sempre piorado o seu estado, chegando a situações irreversíveis, quando não surpreendidos pela morte em estado de desarvoramento emocional.

Sem qualquer dúvida, a morte, que é também fenômeno biológico, não será impedida de acontecer porque o indivíduo é otimista e sereno ou porque se permite o desassossego e a rebeldia. O que importa, no entanto, é o período da existência durante a doença, a qualidade de vida que desfruta, as experiências que acumula e os valores de que se utiliza, transferindo-os para a imortalidade.

Manifestando-se a morte do casulo físico, o espírito transfere-se para outra dimensão vibratória, dando continuidade ao comportamento que lhe era habitual enquanto na forma carnal.

Todo o cabedal reunido se expressará em recursos de alegria e de paz, assim como de inquietação e de distúrbios emocionais que se estabelecem, continuando conforme se expressavam no organismo fisiológico com outros agravantes para o desencarnado.

De saudáveis resultados, são o exercício da paz, a cultura do bom humor, o trabalho de autotransformação moral para melhor, de esclarecimento intelectual, social e vivência ética dos deveres.

Essa conduta, além de proporcionar equilíbrio emocional, estimula os neurônios cerebrais à produção equilibrada de monoaminas propiciatórias da saúde, da alegria e do bem-estar.

Nesse sentido, as modernas visualizações terapêuticas, mediante as quais os indivíduos podem projetar suas aspirações em torno da saúde em relação ao futuro, proporcionam resultados muito positivos, por ensejarem a renovação das paisagens mentais, que se libertam dos clichês negativos e perturbadores, tendo-os substituídos por outros de natureza edificante.

Os atavismos ancestrais defluentes do trânsito evolutivo imprimiram no ser pensamentos desordenados, frutos da agressividade e da violência, tornando-se relativamente difíceis de ser vencidos. Em realidade, a tarefa não é tão complicada, bastando que, a todo pensamento perturbador se contraponha um de natureza dignificante. Como não se podem eliminar pensamentos que procedem de fontes remotas do ser, é possível substituí-los por outros que se irão fixando até tornar- se natural o hábito das conjecturas saudáveis.

Nesse campo, nada é impossível, exigindo-se apenas que sejam criados novos hábitos mentais, que se realizem exercícios ideológicos, de forma a resultarem edificantes e propiciadores de tranquilidade.

Toda vez que se diz ser algo impossível de realizado, mais se lhe fixam as raízes, enquanto que, toda vez quando se experiencia uma atividade que parece inalcançável em cada futura tentativa, ei-la apresentando-se mais fácil e de resultado mais compensador.

Para todo aquele que deseja viver em clima de bem-estar, o cuidado com a conexão mente-corpo deve ser relevante.

*

Influenciam poderosamente a vida mental algumas problemáticas de natureza orgânica, especialmente quando dizem respeito ao sistema endocrínico, em face dos hormônios secretados por algumas das glândulas que o constituem. Entretanto, mesmo nesse caso, estamos diante do espírito que, ao reencarnar-se, gerou os condicionamentos propiciatórios ao processo de resgate do passado e de construção do futuro.

Não seja, portanto, de estranhar-se essa interação mente-corpo, corpo-mente, constituindo um binômio perfeito no programa da saúde-doença. Isto porque, o espírito é o ser responsável pelo corpo de que se utiliza no processo da evolução.

Pensa bem e estarás edificando a harmonia perfeita de que desfrutarás no futuro.

Franco, D. P.; Joanna de Ângelis (Espírito). Interação mente-corpo. In: Jesus e Vida, cap. 14.

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