;

Tags

A Clarividência e a Escrita Direta A Divina Unidade A Gênese A Grande Síntese A Lei Divina ou Natural A Oração A Providência A Rede da Vida A Vida A Visão de Deus A Vontade Ação dos Espíritos Sobre a Matéria Allan Kardec Alma do Mundo Alquimia da Mente André Luiz Ano I - Abril de 1858 - Nº 1 Ano I - Janeiro de 1858 - Nº 1 Ante os Novos Tempos Antigos e Modernos Sistemas do Mundo As Causas Primárias As Leis Morais As Máscaras de Deus As Potências da Alma As Qualidades de Deus Associação Átomos Autodescobrimento: Uma Busca Interior Bases Científicas do Espiritismo Bases Para a Autorrealização Bert Hellinger Camille Flammaron Caminho Verdade e Vida Caracteres da Revelação Espírita Células e Corpo Espiritual Centros de Força Cérebro e Mente Chico Xavier Circulação da Matéria Complexidades da Energia Consciência Consciente e Inconsciente Considerações Sobre a Origem do Câncer Constelação Familiar Convite ao Bem Criação Da Natureza Divina Das Manifestações Espíritas Desobsessão Deus Deus e a Criação Deus na Natureza Diferentes Naturezas de Manifestações Divaldo Pereira Franco Dos Espíritos Elementos Gerais do Universo Em Busca da Verdade Emmanuel Encarnação dos Espíritos Entre a Terra e o Céu Epes Sargent Escolha da Espécie Espiritismo Estudando a Mediunidade Estudos Extras Evolução em Dois Mundos Existem Espíritos? Existência de Deus Explicação Filosofia Espírita Física Quântica Fisiologia da Alma Fonte Viva Francisco Espírito Santo Neto Governo Interno Hammed Hercílio Maes Hermínio Correia de Miranda Ho'Oponopono Horizontes da Mente Horizontes da Vida Instinto de Conservação Interação Mente-Corpo Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo Introdução Introdução à Primeira Edição Publicada em Janeiro de 1868 Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita Jesus e Vida Joana D'Arc Joana D'Arc Médium Joanna de Ângelis João Nunes Maia Joseph Campbell Léon Denis LIbertação do Sofrimento Mecânica Quântica Mensagens Devidas aos Invisíveis Método Miramez Missionários da Luz Monismo Mundo Espírita ou Dos Espíritos No Invisível Noções Preliminares Nos Domínios da Mediunidade O Amor O Amor - Dom Dvino O Bem e o Mal O Critério da Doutrina dos Espíritos O Despertar da Consciência - Do Átomo ao Anjo O Gênio Céltico O Grande Enigma O Inconsciente - Território de Nossas Ignorâncias O Livro dos Espíritos O Livro dos Médiuns O Maravilhoso e o Sobrenatural O Mundo Invisível O Papel da Ciência na Gênese O Pensamento O Pensamento Criador O Problema do Ser O problema do Ser do Destino e da Dor O Que é Um Átomo O Ser Humano em Crise Existencial O Ser Humano Pleno O Ser Real O Sistema Obreiros da Vida Eterna Oração Os "Exageros do Cérebro Pão Nosso Pensamento e Vida Pietro Ubaldi Prefácio Princípio Inteligente Princípio Vital Prolegômenos Quem Serve Prossegue Ramatis Reflexões Sobre Deus Revista Espírita Saúde Serviço de Passes Significado do Ser Integral SIstemas Solidariedade - Comunhão Universal Substância Primitiva Transgeracionalidade Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver Unidade Substancial do Universo Uranografia Geral Usina Humana Vida Feliz Vida: Desafios e Soluções

Pesquisar este blog

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Filosofia Espírita, João Nunes Maia, Miramez (Espírito), Capítulo 38 - Escolha da Espécie

FILOSOFIA ESPÍRITA

CAPÍTULO 38 - ESCOLHA DA ESPÉCIE

0599/LE

O animal não pode escolher, quando no mundo espiritual, qual a espécie que deve animar na Terra, na hora da sua volta a esta, por lhe faltarem os instrumentos de escolha. Ele continua sem liberdade para tal desiderato; sobre si mesmo, ele é mais ou menos inconsciente, porque lhe falta o raciocínio, atributo valioso que é despertado no homem.

Ele se coloca como dependente dos Espíritos que o comandam, que avaliam as suas condições e o leva para animar corpos que lhe convêm. O animal não tem vontade própria, por lhe faltar o livre arbítrio, atributo do ser humano.

Mesmo entre os seres humanos, existem muitas reencarnações impostas, devido ao seu estado de turvamente espiritual. Se as pesquisas dizem que o cão deve continuar como cão, certamente que os condutores dos animais no plano espiritual, lhe processam a reencarnação como cão, até que se prepare para mudar de forma, como convém às suas necessidades.

Somente o crescimento, a maturidade, pode promover mudanças de formas para novas experiências de vida. Deus é todo paciência e sabe esperar; somente não pára o cinetismo da criação, tônica da vida universal. Nós outros estamos em movimento único, em todos os mundos, e no nosso caso, na Terra, sob a influência de Jesus, Governador do planeta desde o princípio.

Também nele estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. (Colossenses, 2:10)

Se estamos n'Ele, Jesus, pelo poder que tem sobre todos nós e sobre todos os que vivem na Terra, estamos sendo aperfeiçoados por Ele. Todavia, Ele nos deu uma parte neste trabalho de aperfeiçoamento, e podemos ajudar aos que se encontram na retaguarda. No caso dos animais, deves observar o que te toca fazer por eles. Nós, os Espíritos, não esquecemos o que devemos realizar pelos animais, e o fazemos com amor. Eles vivem, e são criaturas de Deus à espera da nossa compreensão, como guardas destas e de outras espécies. Não devemos somente desfrutar da sua ajuda; mas ajudar mais do que se recebe da parte desses seres menores.

Começa hoje, se tens algum animal sob tua guarda. Não percas oportunidades; eles gostam de ouvir palavras de carinho, de estima, sem que o fanatismo os coloque em lugares que a razão não aconselha. Quem já "perdeu" muitos animais no caminho da sua vida, pode confiar que nada se perde na casa de Deus. Eles estão bem olhados, esperando novos corpos, ou já se encontram neles novamente, pela força do progresso. Não lamentes as perdas; procura ajudar aos outros. Os meios são inúmeros.

Jesus abraçava as crianças, acariciava as ovelhas, amava os pássaros e nunca Se esqueceu de alimentar os cães. Ele era como pai para todos os seres viventes, mostrando aos Seus discípulos que deveriam fazer o mesmo, ao longo das suas jornadas.

Cada animal tem a sua tarefa específica no mundo; eles não são inúteis. A matança dos animais, como se vê, é movida pela ignorância destes valores. Com o passar dos tempos, a harmonia deverá chegar a todos os reinos da natureza, com o amor cobrindo de bênçãos a humanidade inteira.

MAIA, J. N.; MIRAMEZ (Espírito). In: Filosofia Espírita. V. 12, cap. 38

Nenhum comentário:

Postar um comentário