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domingo, 16 de dezembro de 2018

Filosofia Espírita, João Nunes Maia, Miramez (Espírito), Capítulo 28 - A Divina Unidade

FILOSOFIA ESPÍRITA - VOLUME II

CAPÍTULO 28 – A DIVINA UNIDADE (0079/LE)

Deus é a Unidade Suprema. A sua vida é um mistério escondido nas dobras da eternidade, de modo que os espíritos, seus filhos, passam a compreender algumas das suas nuances, pelo processo de despertamento dos dons recebidos da grande fonte, desde a sua formação. Buscando a profundidade das coisas, vibrando no seio da divindade, Ela, em Deus, é una quando sai de seu campo de força, se podemos empregar este termo; a partir daí, se divide pelas condições do próprio ambiente, compreendendo que, no fundo, é a mesma essência, porém, tomando expressões variadas, com objetivos inúmeros, obediente ao comando da Suprema Inteligência. Quem pode dizer ou afirmar a quantidade de divisões da essência unificada no Criador? Ninguém sabe, pois as expressões desse fluído são incontáveis. Nele pulsa a vida na Terra e em todos os mundos, no espaço chamado vazio e em todas as dimensões espirituais, em um cinetismo indescritível.

Essa matéria primitiva, ou energia cósmica, como a queiramos chamar, desprendida da lúcida mente do Senhor, é o agente que atende a todos os reclamos da vida, que faz perceber toda a casa universal, como se estivesse presente em toda a parte. O homem na Terra pode deduzir essas transmutações, pelo que é feito e observado nos próprios laboratórios através das mudanças dos elementos, sendo a forja divina o próprio tempo; a lavoura e a pecuária nos dão uma ideia, e mesmo a vida humana nos fornece campo para essas deduções.

Existe uma escala periódica dos elementos que compõe as coisas, os elementos atômicos. Diminuídos ou acrescentados, muda-se a estrutura da matéria e, as vezes, a sua forma. Somente a matéria primitiva, certamente quem a criou, são imutáveis e escapam todas as pesquisas humanas e mesmo espirituais em nosso reino, ou por assim dizer, na faixa de vida em que vivemos.

Todos os estudiosos buscam com interesse a genealogia do espírito, de onde ele veio e para onde vai, na ância de saber o seu próprio destino. Até certo ponto não tiramos a razão deles, no entanto, é imperioso que reconheçamos que essa marcha é vagarosa. É uma subida lenta, a do saber, e deve obedecer, por lei, à evolução de cada criatura.

Certamente que o espírito nasceu da mesma fonte de onde saíram todas as coisas, porque tudo que sai de Deus é divino, com qualidades sublimadas a serem despertadas, e o tempo é o processo desse crescer. Se notarmos os feitos dos grandes homens, o seu amor por todas as coisas sem distinção, dá para entendermos que somos todos irmãos, pela unidade universal de toda a criação. Cada um e cada coisa vive em dimensão diferente, entretanto, carregam no centro da vida o próprio Criador, de maneira a ouvi-lo e senti-lo na sua vontade poderosa e santa. Tanto elemento material, como afirma O Livro dos Espíritos, como elemento inteligente do universo saíram do hálito divino e estão em processo de despertamento, pois tudo e todos somos filhos da Unidade Divina.

MAIA, J. N.; MIRAMEZ (Espírito). Filosofia Espírita. V. II, cap. 28