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sábado, 29 de dezembro de 2018

Filosofia Espírita, João Nunes Maia, Miramez (Espírito), Capítulo 45 - Princípio Inteligente

FILOSOFIA ESPÍRITA - VOLUME XII

CAPÍTULO 45 – PRINCÍPIO INTELIGENTE (0606/LE)

O princípio inteligente de que são dotados todos os animais é constituído, pela força do tempo, que preparou a forma animal para receber a vida mais aperfeiçoada, que é a alma e que vem de Deus, elaborada pelos impulsos do progresso, e canalizados pelos agentes mais próximos do Criador.

Esse princípio inteligente não entra no corpo do animal em formação, mecanicamente, no ato da concepção animal. Benfeitores espirituais estão dedicando seus esforços para esse trabalho espiritual em variados lugares onde, por vezes, o homem pela ganância do ouro, provoca mais nascimentos. E Deus consente que Seus anjos trabalhem dobrado para manter a vida acesa em todos os campos da Terra.

Essa luz que move todas as coisas é filha de Deus, que desce do Criador e vem se transformando de degrau a degrau, até se materializar; depois, vai subindo novamente, alcançando a espiritualização. Em vários viventes, onde se move o Espírito-grupo, essa alma ainda não se individualizou; ganha corpos e torna a voltar em corpos sucessivos quantas vezes forem necessárias, alcançando, assim, a sua personalidade. A "reencarnação" se processa em todos os reinos e em todas as coisas, pois é neste labor que o Espírito conquista a libertação espiritual.

Os agentes de Deus estão mais ligados aos homens, animais e coisas do que se pensa; tudo se move com as suas presenças, pela ordem do Soberano Senhor. A humanidade deve compreender e respeitar os valores espirituais, e enquanto isso não ocorrer, os homens lutarão com as agressões da própria natureza, e ela cobrará deles o desrespeito às leis naturais.

O desprendimento é a forma primeira a que se deve dedicar. Todo usurário acaba preso pelos seus pertences, sem desfrutar do que pensa ser útil à sua vida.

Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus. (Lucas, 12:21)

Os homens já despertos para as coisas espirituais devem entesourar os valores de vida eterna e serem ricos de moral, cultivando as virtudes todos os dias. Elas são sementes divinas, donde se entende que os seus frutos são alegria, amor e felicidade.

Tudo na vida se encadeia para a frente, começando em processo de agrupamento como uma massa divina, depois os elos vão se individualizando e tomando personalidade, buscando a razão; a inteligência surge e a liberdade cresce. Todos têm o mesmo direito de, algum dia, alcançar a luz própria.

O animal não foi feito para ser sempre animal; o princípio inteligente que o anima, no amanhã partirá para o reino humano, depois para o angélico e assim sucessivamente, até a plenitude da própria vida, onde o amor se faz dominar, e o coração se transforma em sol que alimenta a si mesmo, em todas as circunstâncias. Mas, mesmo assim, o comando central é de Deus, em toda a extensão do ninho cósmico.

A verdade é relativa para todos os seres; ela é revelada de acordo com a elevação das criaturas. Os homens que estagiam na Terra são ainda crianças, em se referindo aos mundos venturosos.

O princípio inteligente dos animais, por quantas vezes deixarem os corpos, passam por elaborações diferentes no mundo espiritual; para irem tomando posição cada vez mais enriquecida, de forma a ganhar qualidades ou despertar valores, até se apresentar nas primeiras reencarnações como ser humano. E daí, começa a vivenciar as suas vidas múltiplas, conquistando novos valores.

MAIA, J. N.; MIRAMEZ (Espírito). Filosofia Espírita. V. XII, cap. 45